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sábado, 6 de novembro de 2010 Post By: Lilah

Lições que aprendi com o melhor cão do mundo








Mesmo que te façam mal não desista do ser humano. Alguns podem ser ruins, mas tem muita gente que vale a pena.




















Seja feliz. A vida é curta e não vale a pena guardar mágoas















 Não morda se um rosnado resolver. Mas não deixe de defender o que você acredita e os que você ama.















Praia e Surf curam quase qualquer coisa. Quando não puder surfar, nade. E quando não puder mais nadar, só aprecie a praia.
















Uma teimosia ou duas dá charme a sua personalidade. Você não precisa ser perfeito.
















Trabalhar e se divertir é bom. Mas as vezes é legal só descansar ao sol sem pensar em nada.















 





 Só por que você é mais forte não significa que deve machucar os outros.












Envelheça com dignidade e quando você se for, deixe apenas saudades em quem te conheceu.



Lucky foi resgatado de um canil em Junho de 1997. Tinha cerca de uma ano e meio. Tinha também sarna, uma bicheira que lhe custou 2 dedos da pata traseira e vermes suficientes para repovoar o mundo. Pesava apenas 21kg quando o normal para essa raça e idade é de 40kg. Apesar de ter conhecido o pior da humanidade ele nunca desistiu de acreditar no ser humano. Para ele, todos eram amigos em potencial e ele amava principalmente os pequenos. Nunca se importou com puxões de cauda ou orelha e nem com gritos.
Por 13 anos e 4 meses ele foi nosso melhor amigo, defensor e o cão mais grato que eu conheci. Cães deviam viver para sempre, mas como eles não tem muito a aprender, por que já nascem perfeitos, resta a nós nos conforma com o pouco de tempo que ganhamos deles e aproveitar as lições que nos ensinam.




  1. Lilah lendo seu texto me fez recordar bem como é perder um, já tivemos vários cães, uns viveram muito, outros nem tanto, tenho dois que minha mãe cuida no Brasil pois quando me mudei para o Japao não pude trazer eles, e acabei por me lembrar desse texto que li poucas semanas atras. 
    “Certo veterinário foi chamado para examinar um cachorro de raça. Os proprietários do animal eram todos muito ligados ao cachorro e esperavam por um milagre. Ele examinou o cachorro e descobriu que ele estava morrendo de câncer. Ele disse à família que não haveria milagre, e que o melhor era fazê-lo morrer suavemente, para que não continuasse sofrendo, e se ofereceu a voltar no dia seguinte e aplicar-lhe uma injeção.

    No dia seguinte, enquanto faziam os preparativos, os pais disseram que estavam pensando se seria bom deixar que o filho mais novo, de seis anos de idade, observasse o procedimento. Eles achavam que poderia aprender algo com esta experiência. A família rodeou o cachorro. O menino, parecia tão calmo, acariciando o velho cão pela última vez, que o veterinário pensou se ele entendia o que estava se passando. Dentro de poucos minutos, o cachorro morreu, pacificamente. O garotinho parecia aceitar a transição do cachorro, sem dificuldade ou confusão.

    Depois se sentaram juntos, um pouco após a morte do cachorro, pensando alto sobre o triste fato da vida dos animais ser mais curta que a dos seres humanos. O menino, que tinha estado escutando silenciosamente, disse :”Eu sei por quê.” Admirados, todos se voltaram para ele. O que saiu de sua boca, assombrou o veterinário. Ele nunca ouvira uma explicação mais reconfortante. Ele disse: “As pessoas nascem e devem aprender a ter uma boa vida, a amar todo mundo, o tempo todo, e a ser bom.” E continuou: “Os cachorros já nascem sabendo como fazer isto, portanto não precisam ficar tanto tempo.”

  1. Não acredito.. falamos nele há o que... dois dias? Tomara que o céu dos cães seja um lugar legal, eles merecem. Sinto muito.

  1. Lilah, desde que me entendo por gente sempre gostei de animais e em especial de cães. Sempre os amei. Minha vontade era acolher todos os que vejo abandonados por aí, este é um sonho que ainda hei de realizar.
    O meu primeiro cão se chamava Toby e ele era um cooker dourado lindo, por onde passava arrebatava olhares até de pessoas que não eram muito chegadas a cães. Viveu bravamente 13 anos tbm, como o seu, o que era de espantar vários veterinários, pois os cães da mesma raça geralmente vivem menos tempo.Talvez por tanto amor que dedicamos a ele, pelos cuidados, enfim, ele era como um filho, isso responde muita coisa. Mas...juventude não é só para os humanos, chegada a velhice nada é como antes tbm para os animais, o prazo de validade vence, as doenças aparecem e nós da família já sabíamos disso, afinal a convivência com um animal, assim como um ser humano, não é só de flores. Nunca descuidamos um só minuto dele. Alimentação balanceada, remédios , vitaminas, banhos semanais com hidratação, etc. Muitos amigos até brincavam que ele era mais bem cuidado do que muita gente.
    Lá pelos 11 anos de idade começaram a aparecer as dores de ouvido, cegueira e alguns problemas de pele.
    Uma noite de feriado ele teve uma hemorragia tremenda pela boca e nariz. Foi um corre-corre até o primeiro veterinário que encontramos, pois a veterinária dele estava viajando. Entrei com o Toby para a consulta sozinha, já que minha mãe estava aos prantos e para poupá-la, falei pra ela ficar esperando lá fora. Voltei arrasada com o diagnóstico do médico "carniça" de que ele teria que ser sacrificado logo pois estava com erlichiose, popular doença do carrapato e me disse que se eu quisesse que ele fizesse a eutanásia com o anestésico ele cobraria R$ 500,00 e se fosse sem a anestesia seria R$ 300,00. Pedi para que o médico "carniça" desse uma injeção para estancar o sangramento do Toby e voltamos para casa com nosso cãozinho vivo, pois jamais iria aceitar o primeiro diagnóstico de um mercenário e dar cabo à vida de um ser que conviveu durante 11 anos conosco nos dando tantas alegrias. No dia seguinte no primeiro horário fomos atendidos pela santa Dra. Nilza, veterinária dedicada e competente nunca vi igual, que nos deu a feliz constatação de que não iria precisar sacrificar animal nenhum, que bastavam algumas injeções diárias para que ele se restabelecesse. Depois desse episódio, ainda tivemos o privilégio da companhia do Toby por mais 2 anos, graças à Deus. Aos 13 anos ele se foi...ainda me lembro de receber a notícia pelo telefone, minha mãe chorando, mas era chegada a sua hora. Ele nos deixou um registro de vários momentos felizes da nossa família que nunca serão esquecidos.
    Enfim Lilah, peço desculpas por me estender, mas senti vontade de relatar minha experiência, para que todos que tenham seus bichinhos de estimação, fiquem alertas para os que se dizem profissionais por aí. Não desistam de seus amigos ao primeiro diagnóstico de um veterinário que não preza pelo amor aos animais e sim pelo dinheiro que irá receber.

    Esses bichinhos são nossos melhores amigos e de fato, como vc disse, nos ensinam muito mais do que nós à eles, esse amor sem pretensão, esse carinho, essa dedicação sem igual e o companheirismo que muitos seres humanos não conseguem nem de longe nos dar.

    Beijos e orações ao Lucky com amor!

  1. Lindas lições, me emocionei! Lucky era lindo! =]

  1. Linda a sua homenagem ao seu "amigão".

    Saiba que não são os donos que escolhem os ca~es e sim os cães que escolhem seus donos, para assim eles ensinarem amor e compaixão.

    Bjão

  1. Tive alguns amigos assim, que ficaram pra sempre no meu coração, inundado de saudades...

    Há tantos melhores que os humanos, né?!

    Xerinhos
    Paty

  1. Linda homenagem!!!

    Estes amigos merecem!!!

    bjs,

    Cláudia

  1. São e serão sempre nossos melhores amigos.

  1. Lilah tive um grande amor assim, minha Lana, uma Dogue Alemão gigante em tamanho, doçura, carinho, fidelidade, amor, afeto. Era perfeita, a melhor amiga que alguém pode ter. Doze anos de convivência diária, brincadeiras, solidariedade e cuidados. Nossa nem sei dizer o quanto a amo e o quanto ela faz falta em minha vida.
    Um beijo amiga

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